HISPANIA APOSTOLICA INTERNAUTA
Páginas: AVILA BURGOS-Oca GRANADA GUADIX
/ TOLEDO
JACA
(Aragón) JAEN
(Lugo)
TARRAGONA URCITANIA BRAGA
Primaz
Epílogo
AGENDA
2004
Braga - Capital de Distrito
No séc. IV ,
após a conversão ao Cristianismo, Bracara Augusta torna-se sede de Bispado. Posteriormente,
foi ocupada pelos Sevos e Visigodos ( séc. IV) e pelos
Árabes ( séc.VI)...
BRAGA
Sé Catedral (Braga ): dentro da cidade de Braga, bem no Centro
Histórico, encontra-se a Sé Catedral e o
seu tesouro, verdadeiras relíquias bracarenses. Este
espantoso monumento, construído sob os estilos gótico,
renascentista e barroco, foi fundado em 1070, destacando-se
o ornamentado telhado, concebido por João de Castilho, o
arquitecto do Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa.
Outro ponto de referência
na Sé Catedral são os 12 painéis de
cerâmica, concebidos pelo professor Álvaro Rocha,
que espelham as Estações da Cruz e que se situam
por trás do altar-mor.
Episcopologio
bracarense
Braga,
como Diocese, data do século III, sendo conhecido do primeiro
período da sua história apenas o Bispo Paterno
cujo nome figura nas actas do I Concílio de Toledo
de 400 .
Já
neste primeiro
período tinha dignidade metroplolítica
, com jurisdição sobre todo o noroeste da
Península (Galécia),
tendo dela dependentes os bispados de Conímbriga,
Viseu, Dume, Lamego, Porto e Egitânia.
.
Datam desta época os martírios dos Santos
bracarenses Vítor, Cucufate , Silvestre
e Susana.
Do período suévico-visigótico
conhecem-se os nomes de 12 Prelados bracarenses. Nesta época
notabilizaram-se pela cultura e pela santidade homens como
Idácio de Chaves, os três Avitos, Paulo Orósio
, Pascácio, S. Martinho de Dume, S. Frutuoso .
Quando da invasão
muçulmana , Braga ficou no domínio
dos infiéis e os seus bispos passaram a residir em Lugo
.
Após a reconquista
cristã, mesmo antes da fundação da
Monarquia, foi definitivamente restaurada a Arquidiocese
( 1070 ). O Bispo
D. Pedro pôde fixar-se definitivamente em Braga, promovendo
a reconstrução da devastada Cidade. Começou
pela Catedral, dedicada liturgicamente em 29 de Agosto de
1089 pelo Legado do Papa, o Arcebispo D. Bernardo de Toledo.
Desde então seguiu-se uma cadeia ininterrupta de 56 arcebispos.
Depois de célebre
contenda com a Sé de Compostela, Inocêncio III,
em 1199, dá a Braga como sufragâneas as Diocese
de Porto, Coimbra e Viseu (em Portugal), e mais cinco
em território da Espanha.
Célebre ficou
também a contenda com Toledo sobre
a primazia .
Nos fins do século
XIV as dioceses dos reinos de Leão e Galiza deixaram
de prestar obediência a Braga.
Entre as particularidades
mais notáveis desta Sé, considerada das mais
antigas da Península Ibérica , está a de possuir um rito litúrgico
próprio ( bracarense ), semelhante
ao romano ; quando da reforma litúrgica tridentina
, Braga pôde manter os seus livros, por terem mais
de 200 anos e pelo cuidado que teve nisso o Arcebispo D.
Frei Bartolomeu dos Mártires... O rito bracarense
permanece válido, mesmo depois da reforma litúrgica
do Concílio Vaticano II , mas o seu uso tornou-se
facultativo , aquando desta reforma, em 18 de Novembro
de 1971.
Desde há séculos
que o arcebispo de Braga usa o título
de " Primaz das Espanhas". Entre o século
XV e finais do século XVIII usou, com significado
efectivo, o título de " Senhor
de Braga".
ARCEBISPO
PRIMAZ, D. JORGE ORTIGA
Bula de nomeação do Arcebispo D. Jorge Ortiga
JOÃO PAULO, Bispo, Servo dos Servos de Deus
Ao Venerável Irmão Jorge Ferreira da Costa Ortiga, até agora Bispo Titular de Nova Bárbara e Auxiliar da Arquidiocese de Braga, eleito Arcebispo Metropolita da mesma Igreja, saúde e Bênção Apostólica.
O gravíssimo ministério que exercemos de apascentar a
Grei do Senhor exige hoje que, antes
de mais, atendamos
convenientemente à Igreja Metropolita Bracarense,
Sé antiga, insigne e primaz em Portugal [Trento 1564:Yo Bartolomé de los
Mártires(1559-1582/ D. Fr. B renuncia
ao arcebispado 5-5-1581), de Lisboa, Arzobispo de Braga, Primado de España, definí,
y firmé de propia mano.], vaga pela renúncia do seu Prelado
Eurico Dias Nogueira.
Ordenamos também que estas LETRAS cheguem ao conhecimento do Teu clero e povo, a quem exortamos a que continuem ao Teu lado e a Ti permaneçam estreitamente unidos...
Finalmente, sob a intercessão dos Santos Padroeiros dessa Igreja e a protecção de Nossa Senhora do Sameiro, suplicamos para Ti, Venerável Irmão, a plenitude dos dons do Espírito Paráclito, com a ajuda dos quais possas levar a bom termo o ministério episcopal
Em Roma, junto de S. Pedro, a 5 do mês de Junho do ano do Senhor de 1999, vigésimo primeiro do Nosso Pontificado.
JOÃO PAULO II
ANUÁRIO PONTIFICIO
Bem-vindo ao Seminário
Conciliar de S. Pedro e S. Paulo
A construção primitiva do actual edifício
do Seminário Conciliar data de 1560 , incentivada
por D. Frei Bartolomeu dos Mártires e destinada a instalar
o Colégio de S. Paulo, que havia sido fundado pelo Arcebispo
D. Diogo de Sousa, em 1531, com o intuito de formar intelectualmente
o clero.
Somente em 1881, com o Arcebispo D.
João Crisóstomo, foi instalado nele o Seminário
Conciliar de S. Pedro, transferido do Campo da Vinha, onde funcionava
numa casa mandada edificar pelo Venerável Frei Bartolomeu
dos Mártires, após regresso do Concílio
de Trento . Daqui o nome histório de « Seminário
Conciliar », que ainda hoje conserva.
DISCURSO DO ARCEBISPO
DE BRAGA, JOÀO PECULIAR(1138-1175) EM 30 DE JUNHO
DE 1147
“Há já uns 358 anos ou
até mais 2 que tendes ilegitimamente nas vossas mãos
cidades que são nossas e a posse das nossas terras,
anteriormente a vós habitadas por cristãos a quem
nenhuma espada de exactor forçou a abraçar a fé,
mas só a palavra da pregação tornou filhos
adoptivos de Deus, no tempo do nosso apóstolo Santiago
e dos seus discípulos, Donato,
Torquato, Secundo, Indalécio, Eufrásio, Tesifonte,
Victor, Pelágio
e muitos outros assinalados varões
apostólicos (3).
Temos nesta cidade como testemunho o sangue derramado pelo nome
de Cristo no tempo do governador romano Daciano 4 por parte de mártires
como Máxima, Veríssimo e a virgem Júlia 5. Consultai
o concílio de Toledo celebrado no tempo de Sisebuto, glorioso
rei nosso e também vosso; é-nos
testemunha Isidoro, arcebispo de Sevilha, e o bispo de Lisboa desse
tempo, Viérico, com mais de duzentos bispos de toda a Hispânia
6. Atestam-no ainda nas cidades sinais manifestos das ruínas
das igrejas 7.”
(3)Os «varões apostólicos», ou fundadores das
mais antigas igrejas episcopais hispânicas, aparecem
já em Actas escritas pelo séc. VIII. Os seus
nomes são: Torquato, de Acci (Guádix),
Tesifonte, de Bergium (Bejar); Esício,
de Carcer (Carcesa); Indalécio, de Urci (Almería);
Secundo, de Abula (Atila); Eufrásio, de
Iliturgi (Andújar) e Cecílio, de Illiberis
(Elvira). Teriam sido enviados a Espanha por Pedro e Paulo a partir
de Roma. Tendo chegado a Acci, foram perseguidos pelos pagãos,
mas deles foram milagrosamente salvos, pois, quando eles corriam
no seu encalço, desabou uma ponte que atravessavam. Dispersaram-se
eles pela região hispânica a evangelizá-la.
Foi-lhes dedicado um monumento em Guádix, onde todos os anos
lhes era prestado culto no dia 1 de Maio junto de uma oliveira que
florescia nesse dia. Esse culto espalhou-se e entrou nos martirológios,
calendários e livros litúrgicos. A legenda deriva
certamente de tentativas mais ou menos generalizadas de garantir
apostolicidade para as diversas igrejas. Cf. Dom Henri Quentin,
Les Martyrologes historiques du Moyen Âge, Paris, 1908, p. 102;
J. Vives, "Varones apostólicos", in Diccionario de Historia
Ecclesiástica de España, Madrid, 1975; J. Vives, "Tradición
y legenda en Ia hagiografia hispânica", Hispania Sacra, 18,
1965, 495-508; Ángel Fábrega Grau, Pasionario Hispânico,
Madrid, 1953, I, 125-130. A legenda deve ter tido ramificações,
mas é praticamente impossível seguir o seu percurso;
é provável que sob o nome de Víctor pretenda
João Peculiar referir-se a S. Víctor de Braga, que,
segundo o Pasionario Hispânico, era apenas catecúmeno;
sob o nome de Pelágio está certamente o célebre
mártir de Córdova do ano 925, cujo culto se difundiu
rapidamente, chegando até ao Reno e ganhando os favores da
corte leonesa. Posteriormente, junta-se-lhe S. Pedro
de Rates como discípulo de Tiago, o qual teria sido
o primeiro bispo de Braga;
na mesma sequência Basileu, também discípulo de
Tiago, seria o fundador da igreja do Porto. Para Évora já
o Livro das Calendas da Sé de Coimbra, para o dia 21 de Maio, mencionava
o nome de Manços, que André de Resende admite como
tendo participado na entrada triunfal de Cristo em Jerusalém
e acompanhado a Última Ceia. Cf. Miguel de Oliveira,
"Lendas apostólicas peninsulares", in Lenda e História,
Lisboa, 1964, pp. 79-110; J. Fernández Catón, San
Mancio; culto, leyenda y religuias, León, 1983.
Nem os historiógrafos
gregos, nem os latinos, tiveram a idéia de uma história
universal que abarcasse de uma só vez todos os tempos
e todos os espaços. Coube aos escritores da Patrística
- amparados na Bíblia - erigir a concepção providencialista, procurando nos fatos
sinais da manifestação divina ao homem. Para isso,
parecia-lhes necessário retomar todas as histórias parciais, reunindo-as
numa seqüência contínua.
Los caminos lusos
son dos: el interior por Vila Real y Chaves que entraba
en Galicia por Verín y Ourense, y el más occidental,
que parte de Lisboa.
... Cruzamos el Douro en Porto, entrando
en lo que fuera antiguo Gallaecia y por Vila do Conde, con
el austero convento de las Clarisas y el sepulcro del rey
Alfonso Sánchez se llega a la iglesia románica
de S, Pedro de Rates y a Barcelos,
donde existe una leyenda del gallo semejante a la riojana
de Sto. Domingo, convirtiéndose el ave en un emblema de
todo Portugal. Algunos preferían la ruta de Braga
, metrópoli espiritual del país
y muy antigua sede episcopal que fué desprovista
de sus reliquias por Gelmírez en
el pío latrocinio. Alrededor de lo catedral son
numerosos los conventos e iglesias.
SAN
PEDRO DE RATES. OBISPO Y MARTIR
En la pág de internet http://www.bn.pt/autores/cienciaweb/memoria_biografia_thumb_54.htm
vemos que San Pedro de Rates fué el primer
obispo de Braga, entre los siglos VIII y IX. Basándonos
en este dato, encontramos el siguiente asiento en la Enciclopedia
Espasa: \'' Su fiesta se celebra el 26 de abril
. Según se lee en el breviario de Evora, fué
discípulo de Santiago, hijo del Zebedeo. Ordenado por su
celo y santidad de obispo, ilustró la celestial doctrina
que predicaba con la luz de los milagros. Habiendo sanado milagrosamente
a la hija del rey de la lepra que cubría su cuerpo, logró
bautizarla junto con su madre, por lo que, irritado el monarca gentil,
mandó darle muerte. Alcanzáronle los satélites
y quitáronle la vida al filo de la espada . Venérase
su cuerpo en la ciudad de Braga, a donde fué trasladado
en 1552 por el entonces obispo de aquella sede Baltasar Limpo. Esta
venerada tradición de la vida y muerte del santo apóstol y obispo de Braga no
parece haya de ponerse en duda, pues los argumentos que se le oponen
no convencen lo contrario\''
FUENTE:
Internet.
\''Enciclopedia Universal Ilustrada
europeo americana\'' Madrid : Espasa Calpe, 1979
Información elaborada por: Biblioteca
Pública Estado en Huesca (NIC:13698 )
Portugal
- Conferencia Episcopal Portuguesa
e-mail secretariat: tsn@clix.pt
e-mail press office: agencia@ecclesia.pt
formación permanente Brasil:
http://ww.presbiteros.com.br
João
Ferreira de Almeida: Tradutor da Bíblia para o Português,
1691. Este año 2004 se cumplen 250 años de la
primera edición de la Biblia en portugués (1753),
conocida como Joao Ferreira de Almeida. Actualmente, existen tres
biblias copiadas a mano en lengua portuguesa
día
26 de abril
Santoral
Nª Sª del Buen Consejo. Ss
Isidoro ob. y dr.; Anacleto (Cleto) , Marcelino
pp.; Pascasio, Clarencio, Lucidio obs.; Pedro
, Basileo obs. y ms .; Ricario
mj.; Exuperancia (Esperanza), Guillermo, Peregrino cfs.;
Rafael Armaiz, mje. trapense bto.
ARCIPRESTADO DE VILA DO CONDE (Braga)
Rates (S. Pedro)
- Póvoa de Varzim
Orago:
S. Pedro de Rates.
População:
2534 habitantes.
Actividades
Económicas: Agricultura e indústria
(têxteis, serração e transformação
de madeiras, metalomecânica, construção
civil).
Festas
e Romarias: Senhor dos Passos (Domingo de Ramos),
S. Pedro de Rates (26 de Abril),
Corpo de Deus, Santo António.
Monumentos:
Igreja românica (séc. XI-XIII), pelourinho,
capela do Senhor da Praça.
Colectividades:
Associação de Amizade de S.
Pedro de Rates, Centro Social de Bem-Estar de
S.Pedro de Rates, Escola de Música, Rancho Folclórico
de S.Pedro de Rates, Associação Casa-Escola
Agrícola "Campo Verde", Leicar - Associação
de Produtores de Leite e Carne de Entre Douro e Minho, Casa do Povo,
Clube de Caçadores de S. Pedro de Rates.
Naturais Importantes:
Tomé de Sousa (1º Governador-Geral do Brasil),
António Joaquim Guimarães, Luís Gomes
Ferreira (autor do célebre "Erário Mineral...").
HISTÓRIA
DA PARÓQUIA
Paróquia antiga relacionada
no "Censual" do
séc. XI com o título "De
Sancto Petro de Ratis".
No ano 1110, o Conde D. Henrique e
a sua esposa D. Teresa coutaram a terra e doaram a Igreja
ao Mosteiro beneditino de Santa Maria da Caridade, em França.
A construção da Igreja actual dá-se por
esse tempo. Trata-se de um templo românico de grande
qualidade que sucessivas reconstruções dificultam
a identidade original.
No séc. XVI, o Mosteiro estaria
extinto e com os seus réditos foi criada uma Comenda
da Ordem de Cristo. Foi o seu primeiro Comendador, o Cavaleiro
Fidalgo Tomé de Sousa, filho do Prior João de Sousa,
que D. João III fez Governador do Brasil.
Na Igreja de Rates guardou-se até
ao séc. XVI um túmulo que, supostamente, guardava
o corpo de S. Pedro de Rates,
mártir cristão,
e 1º Bispo de Braga.
Naquele século foi esse túmulo transferido
para a Sé de Braga onde se encontra.
Além da Igreja paroquial existem
no seu aro várias e antigas Capelas: a dos Santos
Passos, no lugar do Outeiro; a de Santo António, no lugar
do mesmo nome; a do Senhor da Praça, no centro da vila;
e a de S. Marcos, no lugar da Feira.
A importância da Vila de Rates,
criada à sombra do seu Mosteiro, advém por
ser uma via necessária na passagem das Terras
da Maia para o Minho e também da Lenda que se desenvolve
em redor do mítico S. Pedro de Rates.
Pároco:
P.e Manuel de Sá Ribeiro
Morada:
Residência Paroquial * Praça dos Forais, nº
11 * 4490-409 PÓVOA DE VARZIM
Contacto:
252 951 236
XX SÉCULOS DE HISTÓRIA
Comemorações do Bimilenário
da Cidade de Braga
O processo de romanização
iniciou-se por volta do ano 200 a.C., consolidando-se nos primórdios
da nossa era (entre 3 a. C. e 3 d. C.), com a fundação
da cidade de "Bracara Augusta".
Maria do Céu Sousa
Fernandes
(Presidente do Conselho de Curadores
da Fundação Cultural Bracara Augusta)
FEVEREIRO 18
"Paulo Orósio"
Aula Magna da Faculdade de Filosofia, 21h30
Conferência sobre a distinta figura de Paulo Orósio, proferida pelo Professor Doutor Pedro Calafate.
ABRIL 16
Pontifical de Rito Bracarense
Sé Catedral, 16h00
ABRIL 28
"O Cabido Bracarense"
Conferência a proferir pelo Professor Doutor Eduardo de Melo Peixoto
"O Rito Bracarense"
Conferência a proferir pelo Professor Doutor Pedro Romano Rocha.
Braga - Founded by the Celts in 300 BC the city became an important
administrative center in Roman times. Today it is a major
religious center and site of the oldest cathedral
in Portugal. It is also the center of the important clothing
and textile industry which are among Portugal's principal
exports.
http://www.fortunecity.es/poetas/hadas/81/poemas/03_005.Felipe.1V.html FELIPE IV (Pedro seguido y
nunca actualizado)
D. Jorge Ortiga marcou presença
no Vaticano 25-4-2005
Ao Papa Bento XVI, a Arquidiocese de Braga (código
53) desejou “muitas felicidades” para o seu pontificado.
D. Jorge Ortiga, arcebispo primaz de Braga e presidente
da Conferência Episcopal Portuguesa (351),
não participou nesta missa uma vez que esteve no Vaticano a marcar
presença nas cerimónias que inauguraram o pontificado
de Bento XVI.
D. Manuel Monteiro de Castro, do presbitério
bracarense, apresenta cartas credenciais como Núncio Apostólico
em Madrid 29-6-2000.
Bento XV, pela bula "Sedis Hujus Apostolicae", aprova uma nova
edição do Breviário Bracarense 14-5-1919
Juan Pablo II alienta a Portugal afirmar su identidad cristiana
VATICANO, 21 Sep. 04
Al referirse al Concordato recientemente establecido
entre la Santa Sede y el país peninsular, el Santo Padre
señaló que se trata de “la expresión viva de
un consenso madurado para reforzar la presencia de esta ‘alma’ cristiana
fundada en las ‘profundas relaciones históricas entre la Iglesia
Católica y Portugal, según las responsabilidades mutuas
que vinculan a las partes, en el ámbito de la libertad religiosa,
para continuar con su servicio al bien común y colaborar en
la construcción de una sociedad que promueva la dignidad de
la persona humana, la justicia y la paz’”.
S. Pedro de Rates é a maior freguesia do concelho , a 11 Km da cidade e tem cerca de 2500 habitantes. Beneficiando de uma situação geográfica previligeada de centralidade interconcelhia
em relação à
Póvoa de Varzim, Vila do Conde, Barcelos e Vila Nova de Famalicão,
projecta uma relação de dependência de várias
freguesias vizinhas, que acorrem a Rates para satisfação de necessidades
de carácter económico, social e cultural.
As principais actividades económicas
são a agricultura, e indústria têxtil,
serração e transformação de madeiras,
metalomecânica e construção civil...
O Presidente da Junta de Freguesia de Rates é o Exmo. Sr. Armindo Ribeiro da Costa Ferreira.
Igreja Românica de S.Pedro
de Rates - ( séc.XII/XIII - Monumento nacional ) - Este templo tem a sua origem numa simples
capela da época da Reconquista, reedificada em finais
do séc.XI, a mando de D.Henrique e D.Teresa. A construção
da actual igreja inicia-se no séc.XII , em estilo românico,
de pesada construção, em granito, com poucas
aberturas e com uma rosácea na parte superior da fachada.
A IGREJA DE S. PEDRO DE RATES
A fundação
e construção desta igreja está identificada
com os condes portucalenses D. Henrique e D. Teresa, que o
terão doado ao priorado francês Charitê-sur-Loire
(Auxerre). Por isso, a igreja de S. Pedro de Rates tornou-se numa
das primeiras construções do Românico português
e numa das primeiras a receber uma comunidade de Cluny.
É possível dividir em
três fases a construção da igreja matriz
de Rates:
a primeira fase remontará dos
meados e do terceiro quartel do século XII. A esta
fase pertence a cabeceira e o portal norte. Os capitéis
representam volutas fortes e decoração vegetal
de folhas volumosas.
a segunda fase datará do século
XII. Nesta fase terminaram a construção do
transepto, os dois pilares e os muros exteriores das naves. Iniciaram
também, por esta altura, a construção do
portal lateral sul e do portal principal.
a terceira e última fase de
construção da igreja ocupou-se dos portais.
A história da edificação
de S. Pedro de Rates chega até nós envolvida
numa visão tradicional puramente lendária.
Segundo esta lenda, S. Tiago viera, na sua missão
apostólica, até este recanto da Península
Ibérica, levantara em Braga um templo dedicado à
Virgem nomeando pastor da nova diocese Pedro, ao qual por mercê
divina, ressuscitou, pois centennas de annos havia que era morto.
O novo prelado prosseguiu com ardor, a tarefa christianizante
do padroeiro da Espanha, vindo para Rates, onde foi martirizado: numa ocasião em
que celebrava a missa a sua cabeça foi cortada a golpes
de ferro do inimigo.
Como a perseguição aos
adeptos do novo credo arrebatadamente os afugentasse, o
corpo do mártir ficou longo tempo insepulto. Mas um
solitário eremita, de nove Félix, que vivia n`um
monte próximo, por avisos celestes acudira ao local, e,
com seu sobrinho, deu sepultura ao cadáver decomposto e mutilado
do santo bispo.
Fiestas “Romaria
de S. Torcato” in Guimarães
(July)
27´s Festival (São Trocato) – 27th February
Martírio de S. Torcato 26-2-719.
Fêtes : Braga : Fêtes
de la Semaine Sainta - Porto : (juin) Fêtes de São
João - Guimarães : (juillet) Fête populaire de São
Torcato
Lourenço, P.B.,
Ramos, L., Investigação sobre as patologias do Santuário
de São Torcato. Relatório Final, Relatório
99-DEC/E-5, Universidade do Minho (1999).
Martins, F.F., Relatório
de prospecção geotécnica junto ao Santuário
de S. Torcato, Processo LEC 79/97, Laboratório
de Engenharia Civil da Universidade do Minho (1999)
3. SANTUÁRIO DE
SÃO TORCATO (pág. 5)
Começo das obras de construção do santuário
de S. Torcato, no arciprestado de Guimarães el 7-3-1825.
O Santuário de S. Torcato situa-se
no vale central da freguesia, desenvolvendo-se à sua
volta todo o edificado da povoação. O templo de
estilo híbrido, com elementos clássicos, góticos,
renascentista e românticos, é todo construído
em cantaria de pedra de granito da região. O gosto ecléctico,
surge dentro do contexto da época, com predomínio
de elementos decorativos neo-românicos. As suas dimensões, na globalidade,
são consideráveis: nave central com 57.5
× 17.5 m2 e com uma altura até aos telhados de
26.5 m; transepto com 37.1 × 11.4 m2; e torres sineiras
com 7.5 × 6.3 m2 e aproximadamente 50.0 m de altura, ver Figura
5. A fachada simétrica é constituída por duas
torres esbeltas e um corpo central. Em planta, o templo tem a
forma típica da cruz latina. A nave central é constituída
por abóbadas de arco perfeito, que se são apoiadas
nas paredes laterais e em arcos transversais que, por sua vez, descarregam
para as colunas laterais.
De Guimarães a
Felgueiras. La cuna de Portugal
La Historia narra el pasado glorioso
de Guimaräes, ciudad que el
primer rey de Portugal, Dom Afonso Henriques, convirtió
en capital del país en el siglo XII...Aquí
nació el primer rey del país y aquí tuvo
también su cuna el dramaturgo Gil Vicente...
Las murallas y el castillo guardan
el origen de la nacionalidad portuguesa, así como
la iglesia de San Miguel del Castillo, donde se encuentra la
pila románica en la que fué bautizado
Dom Afonso Henriques. Numerosas iglesias,
como Nossa Senhora da Oliveira, Santo Domingo, Sao Torcato
o Sao Marinho de Candoso, mezclan los estilos arquitectónicos,
desde el románico al mudéjar, desde el barroco
al neoclásico.
Libro de Visitas (estampa
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